Da operação ao sistema, do sistema à estratégia: uma trajetória construída dos dois lados da folha — dentro das empresas que a fecham e dentro das fabricantes que criam os sistemas que a calculam.
São mais de vinte anos dedicados à administração de pessoal — um percurso que atravessou varejo, saúde, construção, logística e distribuição farmacêutica, e que passou por todas as posições de onde uma folha pode ser vista: analista, encarregado, coordenador, auditor, professor e consultor. Essa circulação deliberada entre operações, portes e segmentos formou o que nenhum curso entrega: a leitura imediata de onde uma folha vai falhar, antes de ela falhar.
Um capítulo dessa trajetória define minha atuação até hoje: quase três anos como consultor externo de implantação da própria fabricante do sistema LG — em projetos on-premise e nuvem, como key user —, somados a passagens pelas equipes de implantação da Sankhya e da Thomson Reuters. Conheço os sistemas de folha por dentro, do modelo de dados à parametrização, porque os implantei para os clientes de quem os fabrica. São doze sistemas dominados, além de Power BI, Excel avançado, Python e VBA para transformar o dado da folha em informação de diretoria: KPIs, custos, provisões.
Minha filosofia de trabalho cabe em uma linha: número de folha não é opinião. Cada verba é conferida contra o valor esperado, cada divergência é investigada até a causa e documentada, e cada regra decifrada fica registrada com o cliente — construo autonomia, não dependência. Foi esse método que me levou a criar o Orion Workforce: a plataforma de folha e RH desenhada por quem opera folha, onde cada cálculo tem memória aberta e a tecnologia serve ao rigor, nunca o contrário.
Uma trajetória se constrói com pessoas, e o principal ativo do que entrego hoje não sou eu: é o time de profissionais que está comigo nesta jornada. Especialistas com o mesmo nível de exigência e a mesma vivência de folha — gente que também passou por implantações, fechamentos de operações grandes, fiscalizações e migrações, e que fala a língua de quem opera.
É esse conjunto que sustenta a promessa das nossas frentes: enquanto um conduz o fechamento, outro sana o eSocial, outro treina o time do cliente — cada frente com quem a domina, e todos sob o mesmo método: número conferido, causa nomeada, conhecimento documentado. O cliente não contrata um currículo; contrata uma equipe que responde junta.
Ser key user é diferente de saber usar: é conhecer a parametrização por dentro, saber o que o sistema consegue e o que não consegue fazer — e antecipar onde o cálculo vai quebrar. Sistemas em que atuei com implantação, parametrização, relatórios ou auditoria:
Clique em um sistema para ver o que eu faço nele.
E, além dos sistemas de folha: Power BI, Excel avançado, Python e VBA — a camada que transforma o dado da folha em informação para a diretoria.
Uma conversa de diagnóstico, sem compromisso — e você sai dela com um panorama claro do que encontrei na sua operação.